sábado, 5 de dezembro de 2009

Amor...


Shalom, pessoal!

Peço desculpas pelo sumiço, é que estive muito enrolada com compromissos nesta última semana e, pra piorar, a internet de casa não estava funcionando, então, não pude escrever mais.

Infelizmente, hoje também não terei como escrever muito, apesar de que tenho muitas coisas a compartilhar aqui. Vou tentar começar a fazê-lo um pouquinho hoje.

Desde o último post, passei uns dias sem muito direcionamento de D'us, sem receber o que estava no coração do Senhor, pelo fato de não estar colocando meu coração a disposição de D'us pra isso. No entanto, já há uns 5 dias, pude voltar a ouvir o Espírito Santo falando em meu coração.

Depois explico exatamente porque, mas tenho sido muito ministrada a respeito do AMOR.

Não o amor romântico, sobre o qual costumamos abordar com alguma frequência por aqui. Mas o AMOR de D'us por cada um de nós, e o nosso AMOR pelos outros!

E estive assistindo a um DVD de show de um padre chamado Fábio de Melo, e, na reflexão de uma das músicas, ele fez um belíssimo comentário que fala sobre o que eu estava sentindo e entendendo, reflexão esta que gostaria de transcrever aqui no blog. Desconsiderando questões teológicas ou poéticas, espero que estes pensamentos possam abençoá-los como me abençoou!

O fato é que precisamos repensar o Amor que temos vivido cotidianamente, com cada pessoa com quem podemos conviver... Este é o maior Mandamento, e o maior desafio da vida!

A Paz!

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"Uma das coisas que eu acho fascinante em Jesus é a capacidade que ele tinha de encontrar, no meio da multidão, as pessoas. Quando ele era capaz de reconhecer, em cima de uma árvore, um homem e descobrir nele um amigo. Bonita, né, uma amizade que nasce a partir da precariedade? Quando você chega desprevenido, o outro viu o que você tem de pior e, mesmo assim, ele se apaixonou por você. Amor concreto, cotidiano, diário. Jesus se apaixonava assim pelas pessoas. E as tornava suas amigas, trazia pra perto Dele. É fascinante olhar pra capacidade que esse homem, que esse Deus tem de investigar a miséria do outro e encontrar a pedra preciosa que tá escondida. Isso é Páscoa. Isso é Ressurreição. É quando, no sepulcro do nosso coração, alguém descobre um fio de vida e, ao puxar esse fio de vida, faz com que a gente se torne melhor. Ô, minha gente, não há nada mais bonito do que você ser achado quando você está perdido. Não há nada mais bonito do que você ser encontrado no momento em que você não sabe para onde ir, nem onde está. O amor humano tem a capacidade de ser amor de Deus na nossa vida por causa disso: porque ele nos elege. Por isso que é bom a gente ter amigos. Porque, na verdade, as pessoas amigas, elas antecipam no tempo aquilo que nós acreditamos ser eterno. Quando elas são capazes de olhar pra nós e descobrir o que temos de bonito, mas que às vezes costuma ficar escondido por trás daquilo que é precário. Por isso que eu agradeço muito a Deus pelos amigos que eu tenho, pelas pessoas que descobriram o que eu tenho de pior, alguma coisinha que eu tenho de bom e, mesmo assim, continuam do meu lado - me ajudando a ser gente, me ajudando a ser mais de Deus, ajudando a buscar dentro de mim a essência boa que a gente acredita que Deus esqueceu em cada um de nós..." (Pe. Fábio de Melo)

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"[...] pelas pessoas que descobriram o que eu tenho de pior, alguma coisinha que eu tenho de bom e, mesmo assim, continuam do meu lado..."

Isso é amor! Sim, é muito bom termos amigos assim! Mas que nós também possamos, dia após dia, aprender a ser amigos assim! A descobrir o que as pessoas tem de pior, mas ter também a capacidade de encontrar a pedra preciosa que está escondida em algum lugar, e amá-las assim, e continuar do lado delas! Amar não pelo que as pessoas fazem, mas por quem elas são...

sábado, 21 de novembro de 2009

As distorções e o Roubo do Shabbat



Shabbat Shalom!

Fico tão feliz quando chega o Shabbat (o Sábado do Senhor) e posso desfrutar das bençãos deste dia santificado e separado por D'us! É, sem dúvida, um dia diferente, um dia de descanso não apenas para o corpo, mas para a alma e o espírito - um dia de perfeita comunhão com D'us! É muito bom saber como o Senhor quer nos abençoar de todas as formas, em todas as áreas de nossas vidas, e marcou um encontro semanal muito especial conosco durante o Seu Shabbat.

Pessoalmente, tenho experimentado muitas bençãos por lembrar deste dia e guardá-lo. Ontem à noite, estava lendo um texto do Craig Hill sobre o significado do Shabbat, e, de forma geral, ele mencionava que este é um dia, uma oportunidade em que podemos declarar nossa liberdade deste mundo e que nossa fidelidade e servidão são unicamente de D'us! Neste dia podemos dizer que nossos compromissos, responsabilidades seculares, preocupações e pressões emocionais já não tem poder sobre nossas almas, porque nós rendemos nossas vidas unicamente ao senhorio de YHVH, nosso Criador, e com Ele celebramos este dia de descanso pleno. É uma alegria muito grande ser livre assim!

Mas, infelizmente, a maior parte da igreja cristã moderna (e isso se extende desde os primórdios da religião cristã - com o catolicismo) já não guarda este mandamento de D'us. A maior parte dos cristãos acha que não é necessário obedecer a este Mandamento do Senhor, e que não faz diferença descansar no Sábado ou no domingo. No entanto, gostaria de publicar algumas informações sobre como aconteceu esta mudança da guarda do Sábado para a guarda do domingo, e como esta mudança está pautada em origens nada bíblicas. Portanto, fica a questão: o que devemos fazer enquanto seguidores de Yeshua? Obedecer a Palavra Sagrada de D'us e Seus Mandamentos e, assim, separar o 7º dia para descanso e comunhão plena com nosso Criador; ou sermos indiferentes e ignorar este dia porque homens sem nenhum intuito bíblico, inclusive com ideologias pagãs e culto a deuses estranhos, determinaram que deveria ser assim? Será que isso realmente não faz diferença? Cada um reflita por si mesmo, guiados pelo Espírito Santo.

Deixo a vocês este texto que gostei muito, indicado pelo Leandro (obrigada, Leandro!).

Toda sorte de bençãos e um Feliz Sábado!

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Os seguidores de Yeshua guardaram o Shabbat até meados do Século IV.



Até que alguns fatos históricos, tendo início com a tomada de Roma por Constantino, lançaram mentiras e sincretismos no modo de seguir a D´us:


321 d.C. – 7 Março – Edito lavrado por Constantino: “Que os juízes e o povo da cidade, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol; aos moradores dos campos, porém, conceda-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados de sua lavoura, visto suceder freqüentemente não haver dia mais adequado à semeadura e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar passar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo céu." (Cord. Liv 3, Ti 12.3 – o original encontra-se na Biblioteca de Harward College – Univ. Livre de Cambridge, EUA).



Os antigos, os egípcios,babilônicos, gregos, romanos e Constantino, adoravam o Sol no primeiro dia da semana, o domingo, “Venerabili Die Solis” , dia do Sol.



Vejamos o que o Senhor disse a este respeito “Seis dias trabalharás, mas no sétimo dia descansarás; quer na aradura quer na sega.” (Shemot 34.21). Ter que semear ou colher não são motivos para se profanar o Shabbat.


364 d.C Concílio de Laodicéia: “ Os cristãos não devem judaizar ou estar ociosos no sábado, mas trabalhando nesse dia. O dia do Senhor (domingo) entretanto honrarão especialmente, e como cristãos não devem, se possível, fazer qualquer trabalho nele. Se, porém, forem apanhados judaizando, serão separados de Cristo.Cânon 29.



Os huguenotes, albigenses e valdenses recusaram esta mudança e guardaram o Shabbat por mais de 1000 anos. Na Etiópia, no séc. XVII o shabbat era observado como memorial da Criação.



Wilhelm August Johann Neander, teólogo e historiador alemão declara que “ a oposição ao judaísmo introduziu o festival particular do domingo muito cedo, na verdade, no lugar do shabbat.... foi sempre uma ordenança humana... “ (Tradução de Rose, 1ª. Edição, pág. 186)



T.H.Morer, clérico da Igreja da Inglaterra diz “ os primitivos cristãos tinham grande respeito para com o shabbat e passavem o dia em devoção e admoestações. E não devemos duvidar, pois eles copiavam esse procedimento dos próprios apóstolos. “ (Dialogues on te Lord´s Day, pág 189)



Sócrates, historiador da igreja grega do 5º. Século diz “quase todas as igrejas em todas as partes do mundo celebravam os sagrados mistérios do Shabbat de cada semana, todavia os cristão de Alexandria e Roma, por causas de um antiga tradição, tinham deixado de fazer isso.” (Ecclesiastical History, livro 5, cap. 22 em A Select Library of Nicene and Post-Nicene Fathers, 2a. série, vol 11, pág. 132)



Sozomem, historiador do 5º. Século diz “ o povo de Constantinopla e de quase todas as partes, se reúnem no shabbat, bem como no 1º. Dia da semana, costume que nunca é observado em Roma ou Alexandria” (Ecclesiastical History, livro 7, cap. 19 em A Select Library of Nicene and Post-Nicene Fathers, 2a. série, vol 2, pág. 390)


Hutton Webster, doutor em filosofia diz “ os primitivos cristãos tinham, a princípio, adotado a semana judaica de 7 dias com seus dias numerados, mas pelo fim do 3º. Século a. D. começou a ceder terreno à semana planetária e no 4º. E 50. séculos, ás designações pagãs se tornaram geralmente aceitas na parte ocidental do Cristianismo. O uso do nome de planetas pelos cristãos, atesta a crescente influência das especulações astrológicas introduzidas por conversos do paganismo. ..... assim gradativamente, uma instituição pagã foi sendo introduzida no Cristianismo. (Sua Obra Rest Day, págs. 220, 221)



James T. Ringgold, advogado de Baltimore, Maryland diz “Em 386 d.C, durante o tempo de Graciano, Valentiniano e Teodósio, foi decretado que todos os litígios e negócios cessassem no domingo... em 416. d.C Papa Inocêncio I decreta que o domingo seja observado como dia de jejum.... Em 425 d.C. no tempo de Teodósio foi imposta a abstinência de espetáculos teatrais e de circo no domingo. Em 538, no Concílio de Orleans.. foi ordenando que ... se abstivessem do trabalho com arado, ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo...a fim de que as pessoas pudessem freqüentar a igreja... Por volta de 590 d.C, o Papa Gregório qualificou como profetas do anticristo aqueles que ensinassem que o trabalho não desse ser feito no sétimo dia” (The Law of Sunday, págs. 265-267)



Eusébio, bispo da Igreja Católica afirma “ todas as coisas, sejam quais forem, que houvessem sido obrigatórias fazer no Shabbat, nós as transferimos pra o dia do Senhor” (citação em Robert Cox, Literature of The Sabbath Question, vol. I, pág 361)



The Catholic Press de Sydney, Austrália :“O domingo é uma instituição católica e a reivindicação à sua observância só pode ser defendida nos princípios católicos.... Do princípio ao fim das Escrituras não há uma única passagem que autoriza a transferência do culto público semanal do último dia da semana para o primeiro.” (edição de 25/08/1900)






Cardeal Gibbons diz “ Podeis ler a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, e não encontrareis uma linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras encarem a observância religiosa do Shabbat, dia que nós nunca santificamos” (The Faith of Our Fathers – ed. 1893, pág 111). “ A Igreja Católica, com mais de cem anos de existência que um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Shabbat para domingo... o descanso cristão é, por conseguinte, neste dia, o conseqüente reconhecimento da Igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra de protesto do mundo protestante. ( The Catholic Mirror, ed. De 23/09/1893)



Em Daniel 7:25 está escrito : "E proferirá palavras contra o Altíssimo e destruirá os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei".


Não foi YHWH quem mudou ou cancelou Seu mandamento. Foi um poder político maligno que fez a mudança e o cristianismo se rendeu a este poder.


O diabo sempre soube do poder que há no homem quando ele guarda os Mandamentos do Eterno. A desobediência é um pecado de morte. Existe uma série de prejuízos na vida de quem não O Obedece. Para cada ordenança existe uma bênção específica. E vimos neste estudo que o Shabbat vai muito além de “descansar” apenas.



O inimigo ganha muito mais força na terra, através de instrumentos de engano.


Ao mesmo tempo que o diabo mostrou para o judeu um anticristo que destruiu a Torah , mostrou para o pagão, um D´us conivente com a idolatria e dividido entre si. Infelizmente, ambos creram nas mentiras. “Meu povo perece por falta de conhecimento”.



Mas no Reino do Altíssimo nada foi mudado. Para o Eterno o Shabbat é e sempre será o sétimo dia, o Seu dia, dia de repouso!



REPARADOR DE BRECHAS


“Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede; perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele, e achareis descanso para as vossas almas ! Mas eles disseram: Não andaremos nele. Pus atalaia sobre vós dizendo: Estai atentos ao som do Shofar ! mas dissestes: Não escutaremos. Portanto, ouvi, vós, nações, e informa-te, ó congregação, do que se faz entre eles !


Ouve tu ó terra ! Eu trarei mal sobre este povo, o próprio fruto dos seus pensamentos, porque não estão atentos às Minhas Palavras e rejeitam a Minha Lei !” (Jeremias 6: 16 a 19)




Quem quer ser reparador de brechas ?



Estes "edificarão os lugares antigamente assolados, levantarão os FUNDAMENTOS de geração em geração"


E estes são os "Reparadores de Brechas, os Restauradores de Veredas com moradias" (Isaias 58:11-12)


Se "desviares o teu pé de profanar o Shabbat." (verso 13 e 14)



Bem aventurados aqueles que trilham os caminhos retos e andam na Lei do Senhor "...Faze-me andar na VEREDA dos Teus Mandamentos, pois neles tenho prazer ! (Salmo 119 1,35)



Amém, amém, amém !!!!!


*Dicionário:


Shabat (verbo) = cessar,descansar
Shabbat (substantivo) = tem o sentido de descansar, parar de trabalhar
Bereshit = Gênesis = origem, no princípio
Shemot= Êxodo, saída
Vayicrá = Levítico, e chamou, Leis dos sacerdotes,
Bamidbar = Números, no deserto, livro dos censos
Devarim = Deuteronômio
Zakar (verbo) = recordar, relembrar, meditar, invocar, confessar, = proclamar, comemorar


[Fonte : Dicionário de Hebraico do Antigo Testamento]


Profanar = Violar a santidade, infrigir, tratar com irreverência


[FONTE: http://parayeshua.yoddesign.com/shabbat_o_roubo.php (Quer saber mais sobre o Shabbat? Visite este site!)]

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Obs: Shaul = Paulo de Tarso

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Aproximações com o sexo oposto II


Hello, everybody!!! ;P


Estava lendo o comentário da Julie Marie no post “Aproximações com o sexo oposto” e lembrei que eu mesma ainda não disse o que penso do assunto, não é mesmo? hehe.. I'm sorry! Vou tentar fazê-lo agora, então. (Mas não deixem de ler o post anterior também - "Quando Maior é Melhor"!)

Bem, confesso que tenho tentado entender esse assunto segundo os olhos de D'us, mas ainda não cheguei à todas as respostas que eu queria. Ainda assim, tenho entendido algumas coisas.

A primeira delas é que, ao que tudo indica, existe uma (grande) diferença entre guardar o coração de uma moça e o de um rapaz. Bom, eu realmente tenho percebido que deve haver essa diferença, porque em todo o tempo o cuidado que os pais têm (e a sociedade tinha antigamente) com as moças, nesse aspecto de romance, é muito maior do que com os rapazes. Um sinal disso é que não é a moça quem vai ao pai (ou à mãe) do rapaz para pedir sua autorização e benção para firmar um compromisso romântico com seu filho. Não! É o rapaz quem faz isso! É ele quem procura pelo pai da moça, pois o Pai é o guardião definido por D'us para manter o coração de sua filha à salvo, protegido! Creio que o pai também tem um papel muito importante na sexualidade de seu filho homem, mas isso se dá de uma maneira muito especial quando se trata de sua filha.

Isso indica, muito provavelmente, o quanto o coração das mulheres precisa de um cuidado, uma proteção maior do que o dos rapazes. Por que? Não sei, espero ainda descobrir! =P Mas D'us nos fez diferentes, e essa é uma característica das mulheres. Em geral, elas são muito mais emocionais (ou seja, seus corações se envolvem de uma forma mais intensa) do que os rapazes. Isso não as faz melhores do que os homens, apenas D'us deu características diferentes para cada um segundo Seu propósito para nós.

Portanto, acredito que esse assunto possui uma importância e uma aplicação especiais para as moças, principalmente porque, na maioria dos casos, nossa geração ocidental já não tem essa proteção dos corações vinda dos pais. Os pais, mesmo os cristãos, geralmente nem se dão conta de que ser os guardiões dos corações de suas filhas ainda é e sempre será muitissimo necessário! Mas, o fato é que a maioria de nós não tem isso. O que acontece, então? Nós mesmas precisamos proteger nossos corações, e isso não é bom! D'us não intencionou que as coisas fossem assim! D'us nos fez femininas, mulheres cheias de virtudes, capazes de conquistar o rapaz com quem iremos nos casar, e isso são bençãos do Senhor, as quais deveriam ser exploradas e aprimoradas da forma correta e no momento correto, ou seja, quando nosso pai entregasse a chave de nosso coração ao rapaz que será nosso marido. Mas, como nossos corações estão constantemente expostos, então precisamos reprimir todas essas bênçãos de nossa feminilidade, e construir uma muralha ao redor de nosso coração para que nenhuma pessoa com intenções erradas (o que não está faltando hoje em dia) se aproxime dele! Craig Hill, no seu seminário Veredas Antigas, fala sobre isso, e sobre os resultados que este muro que somos obrigadas a construir acaba gerando em nossas vidas – incertezas, insegurança, medo, dureza de coração, dificuldade em entregar-se após o casamento, etc. Tudo isso porque nós, mulheres, não fomos criadas para sermos as guardiãs de nossos próprios corações! Vejam só como, em todo o tempo, deveria existir um homem exercendo esse papel: antes do casamento, esse homem seria nosso pai; após o casamento, este homem seria nosso esposo. Era assim que as coisas deveriam funcionar. Isso nos traria segurança e a certeza de que estamos sendo cuidadas, como D’us planejou. No entanto, este primeiro personagem (o pai) em geral está fora do jogo!

O que fazer, então? É aí que entra essa discussão que estamos tentando ter. Para as mulheres, cujas emoções normalmente são mais intensas do que nos rapazes, guardar o coração é algo que necessita de muita energia. Acho que é algo semelhante ao que os homens vivenciam em relação à lascívia através do olhar – por isso (também) temos tratado tanto da questão de se vestir modestamente aqui no blog. Os homens são muito visuais, são muito “físicos”, enquanto nós mulheres, ainda que tenhamos essa influência também, somos muito mais emocionais. Pessoalmente, enquanto mulher, eu acho muito mais difícil lidar com um rapaz que tem um comportamento errado (com intenções românticas) ou que gera reflexos em minhas emoções do que com um rapaz que é super sarado e bonito fisicamente. Este último, eu olho uma vez e concluo logo: “Não é pra mim!”. Fim de história. Mas o primeiro, que alcança as emoções, tem muito mais chances de enganar minha alma – as ciladas, nesse caso, são muito mais fáceis de acontecer. E eu acredito que é assim que acontece com a maioria das moças também. É óbvio que hoje, em todos os meus relacionamentos, guardo meu coração e essas coisas já não me afetam de forma tão intensa, mas, ainda assim, é algo que acaba pedindo um gasto de energia desnecessário. Acho que é algo muito semelhante à questão da imodéstia no caso dos rapazes.

Portanto, da mesma forma como nós, moças, precisamos nos conscientizar de que nossa forma de vestir gera impactos negativos muito fortes em nossos irmãos em Cristo, da mesma forma os rapazes também precisam entender que suas aproximações conosco precisam ter um certo limite.

O Leandro falou algo muito interessante: “Seja a vontade de Deus ou não, se eu gastar tempo com uma pessoa do sexo oposto, compartilhar coisas profundas do meu coração, e essa pessoa me aceitar, não me rejeitar, ser amável comigo, é o primeiro passo para que ambos terminem em sentimentos românticos.”

Isso é a mais pura verdade! E, acreditem, se o é para um rapaz, muito mais para uma moça. Não foi à toa que D’us determinou tantos caminhos para se guardar o coração e a pureza de uma moça. Elas precisam disso! As moças, em geral, são mais românticas, mais fantasiosas, mais sonhadoras e criadoras de expectativas... D’us nos fez assim! E creio que essas são características de mães que serão usadas pelo Senhor para passar a seus filhos a certeza do quanto são especiais e fazer o Seu amor abundar em suas vidas e identidades! Há um propósito nisso!

Por que será que a Palavra de D’us diz aos homens que seus deveres enquanto maridos é de “amar as suas esposas, como Jesus ama a Igreja”? Porque as mulheres precisam disso, elas são extremamente emocionais, e ser amadas é uma das formas mais fortes de transmitir a elas sua importância e identidade! Não é incrível como tudo aquilo que o Senhor nos manda fazer tem todo o sentido?

Assim sendo, grandes aproximações entre moças e rapazes pode gerar resultados emocionais inadequados, principalmente nas moças, ou então irá cobrar delas um gasto de energia muito grande para que isso não ocorra – irá exigir que elas exerçam firmemente este papel de guardiães, que não lhes compete exercer.

Não sei se os rapazes são capazes de entender isso, da mesma forma como muitas moças não entendem a necessidade de se vestirem modestamente porque acham um exagero pensar que “qualquer coisinha” em suas roupas pode levar seus irmãos ao pecado.

O que acho ser um problema, então, na maioria dos casos? É errado uma moça conversar com um rapaz, ter alguma aproximação com ele, trocar idéias? Não, dependendo do nível em que isso é feito.

Acho que o grande problema acontece quando se começa a passar muito tempo juntos, compartilhando coisas pessoais, abrindo o coração, confiando um ao outro sentimentos, emoções... Isso é o que chamamos propriamente de AMIZADE. Uma pessoa que exerce um papel diferente das outras pessoas, em quem você confia e a quem você compartilha coisas que não o faz com as pessoas em geral, alguém com quem você passa um tempo prolongado e que sabe coisas profundas sobre você. Acho que aí podemos ter um problema.

Primeiro, porque atualmente não é fácil ter amigos. Você não encontra uma pessoa em quem possa confiar e se abrir em qualquer canto, à qualquer hora. Isso faz desta pessoa alguém muito especial em sua vida, uma figura quase indispensável. Segundo, pela nossa situação enquanto cristãos, especialmente com estas visões “malucas” que temos defendido, que nos faz “um em um milhão”. Com os padrões que temos buscado viver, encontrar um AMIGO é ainda mais difícil. E, quando você encontra essa pessoa que lhe entende e compartilha de seus pensamentos, no meio das tantas centenas de outras que só sabem lhe criticar, é bastante óbvio que você irá se apegar emocionalmente àquela pessoa. Isso é algo natural, uma resposta de seres humanos. Mas, se esse tipo de aproximação acontece entre pessoas do sexo oposto, o que acontecerá? Um envolvimento e um apego emocional com uma pessoa que não é seu futuro cônjuge. Portanto, será que você está mesmo guardando seu coração e seus pensamentos para seu futuro esposo/esposa?

Para responder essa pergunta, e saber se a aproximação com uma pessoa do sexo oposto está indo além do que deveria, sugiro este questionamento: se o seu futuro esposo (sua futura esposa) aparecesse hoje em sua vida, e vocês se comprometessem um com o outro em corte ou noivado, como ele/ela reagiria ao saber dessa aproximação? Você diminuiria o contato que tem com essa pessoa? Seu futuro cônjuge aprovaria este nível de aproximação, ou isso geraria desconfiança e insegurança nele(a)? Esta amizade continuaria da mesma forma como era antes de você encontrar seu(a) futuro(a) esposo(a)?

A coisa mais comum que acontece quando uma pessoa qualquer começa a namorar, qual é? Esta pessoa acaba se afastando de suas amizades com pessoas do sexo oposto, acabam as intimidades, para evitar ciúmes do seu namorado, vira uma pessoa séria e tudo mais. Então, se essa pessoa precisa se afastar de seus relacionamentos com indivíduos do sexo oposto para não causar “ciúmes” no namorado, então muito provavelmente estas aproximações não eram lá muito puras, não é mesmo? Mas se ela não precisasse se preocupar com isso, se tivesse a certeza de que seu namorado aprovaria todos os relacionamentos que ela tinha com essas pessoas, e gostaria delas e ficaria feliz por saber que ela tinha pessoas próximas a ela daquela forma, então provavelmente estes eram relacionamentos puros.

Então, acho interessante fazermos essa pergunta em cada um dos relacionamentos que temos com pessoas do sexo oposto hoje. Ainda que não conheçamos nossos futuros cônjuges hoje, não precisamos esperar que eles apareçam para refletirmos sobre o que os agradaria ou não. Isso é nos guardar e esperar por eles.

Bom, sei que ainda preciso de muitas revelações de D’us nessa área, então suas opiniões (contrárias ou a favor) continuam sendo de extrema importância.

Quanto às meninas, gostaria de saber se vocês concordam quanto ao que tenho entendido sobre as diferenças entre homens e mulheres guardarem suas emoções. Já que temos debatido tanto sobre Modéstia, e como nossas roupas afetam os rapazes, seria bom se nós também pudéssemos falar sobre o que seria “imodesto” neles em relação a nós, o que nos afeta e nos exige mais energia.

Desculpem escrever tanto (isso deveria ser apenas um comentário no post Aproximações com o sexo oposto!! Hehehe)

Obrigada por lerem! ;)

Que Adonai nos abençoe!



Quando Maior é Melhor (por juliosevero.com.br)


Este tem sido um dos assuntos mais impactantes em minha vida nos últimos tempos: descobrir a benção que é a vida de uma criança! Descobrir o quanto o Senhor ama cada uma das vidas com as quais Ele mesmo sonhou, e Ele mesmo envia para cada mulher que engravida. Tornar-se mãe (e pai) é uma benção, um presente de D'us, uma dádiva com a qual deveríamos nos alegrar, festejar e da qual deveríamos cuidar com todo o zelo. No entanto, nossa sociedade focada no dinheiro e no egocentrismo tem nos treinado para ver os filhos de uma forma totalmente diferente. O mundo tem impregnado nas mentes das pessoas a imagem dos filhos como obstáculos, problemas, dificuldades, "inconvenientes"... Porém, estou certa de que não é esta a imagem que Adonai tem deles! E, cada dia mais, creio que precisamos, enquanto seguidores do Messias Yeshua, e filhos de D'us, ouvir o que Paulo nos diz em Romanos 12:2

"Não vos amoldeis ao padrão deste mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de D'us"

Somente através da renovação de nossas mentes, a Boa, Agradável e Perfeita Vontade de D'us será experimentada por nós!

Que este texto possa ajudá-los a repensar o que este mundo tem pregado, assim como fez comigo. E que reaprendamos a amar cada criança que é concebida como aquilo que elas são: Herança do Senhor, Galardão, Flexas nas mãos do Guerreiro!

Glórias a D'us, nosso Criador, e a Yeshua, nosso Salvador e Senhor, em todo o tempo! Amém!

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(Foto: Família Duggar. - Eu vou ter uma assim, se Deus quiser! xD)


Quando Maior é Melhor


[Rev. Mark H. Creech]


(AgapePress) — A primeira vez que fiquei sabendo da maior família dos Estados Unidos foi em dezembro passado, num artigo na revista USA Today. De acordo com a matéria, Vladimir e Zynaida Chernenko estavam celebrando o nascimento de seu décimo sétimo filho, David, que nasceu em 7 de dezembro de 2005.


É sério mesmo. Os Chernenkos têm 17 filhos biológicos e são uma família bem feliz!


Como imigrantes fugindo da perseguição religiosa na Ucrânia, Vladimir e Zynaida se mudaram com sua família para os Estados Unidos há seis anos. Seu casamento de 24 anos gerou Sergey (22), Lilia (21), Andrey (19), Dmitry (18), Anatoly (17), Lyudmila (16), Anna (15), Vitaly (13), Oksana (12), Svetiana (10), Inna (9), Vyacheslav (8), Paul (6), Diana (5), Alina (4), Timothy (2), and David (8 semanas).


O que é interessante é que na mesma época em que li sobre a família Chernenko, descobri também um velho livro numa estante de livros de uma loja de objetos antigos. O livro foi escrito pelo falecido Dr. John R. Rice, um influente evangelista cristão e fundador, ex-editor e publicador do jornal Sword of the Lord (Espada do Senhor). O copyright do livro é de 1946 e o título é The Home: Courtship, Marriage, and Children (O Lar: Namoro, Casamento e Filhos). Sem demora comprei o livro do vendedor da loja, pois dentro de suas páginas havia um capítulo sobre controle da natalidade que é muito forte e muitíssimo importante para os nossos dias.


Tenha em mente, porém, que os comentários de Rice no livro foram feitos muito antes que houvesse, como hoje, uma ampla disseminação de dispositivos ou informações sobre controle da natalidade. Rice observou no início do capítulo:


“A Igreja Católica Romana firmemente insiste em que o uso de contraceptivos e a limitação das famílias, ou a prevenção da concepção, é pecado. Os líderes protestantes conservadores que crêem na Bíblia e defendem o Cristianismo histórico têm geralmente a mesma posição. E a maioria das pessoas tem sentido… que havia um grande perigo na propagação de informações sobre controle da natalidade, ou na prática geral do controle da natalidade”.


Rice também disse que na data em que escreveu seu livro todos os estados dos EUA, com exceção de dois, proibiam a disseminação geral de informações sobre o controle da natalidade.


Só um país que agora adotou completamente a contracepção não veria com bons olhos um casal tendo mais que dois ou três filhos, e ficaria absolutamente horrorizado com a idéia de ter 17 filhos como a família Chernenko. Contudo, essa é a situação atual nos EUA.


Em seu livro, Rice com justiça afirmou que o argumento favorável à contracepção vem em grande parte de fontes anticristãs. Ele escreve:


“Uma minoria radical, geralmente fanáticos anticristãos ou modernistas que negam a autoridade da Bíblia, dirigem uma propaganda insistente promovendo o controle da natalidade. Alguns deles, sem dúvida, são sinceros e esperam acabar com algumas das deficiências físicas e pobreza, que algumas famílias grandes passam. Mas geralmente os que são abertamente defensores do controle da natalidade são feministas, ou os grupos radicais tentando tornar as mulheres mais ou menos independentes dos homens, ou são radicais sociais que defendem o casamento de companheirismo, leis de divórcio fácil, ou amor livre, e os radicais que tentam esmagar o padrão bíblico de casamento permanente entre um homem e uma mulher…”


Rice então argumenta que a contracepção é geralmente errada porque toda vida vem de Deus. Ele cita um panfleto, escrito pelo Dr. B.H. Shadduck, intitulado Stopping the Stork (Parando a Cegonha), no qual Shadduck recomenda de modo bem humorado que se quiserem limitar o tamanho de suas famílias, as pessoas deveriam esperar até que seu filho faça dois anos e então decidir matar ou não a criança. “Nessa base, pode ter certeza de que haveria bem pouca limitação de famílias”, declarou Rice. “Praticamente toda criança é sua própria prova de que tinha o direito de nascer. O amor, alegria e orgulho que vêm de uma criança prova que Deus estava dando uma bênção infinita quando ele deu a criança, e que seria um pecado de falta de juízo cometido contra sua própria felicidade um pai e mãe impedir a concepção de um bebê que mais tarde será tão precioso”, observa ele.


Os Chernenkos com certeza concordariam com essa declaração. A matéria da revista USA Today mostra Vladimir dizendo: “Creio sinceramente em Deus, e creio que meus filhos são um presente de Deus”.


Aliás, Rice argumentou que famílias maiores são melhores do que as menores. “Toda razão para um filho é uma razão para outro”, afirmou ele. “Se uma criança traz felicidade, mais crianças trazem mais felicidade. Todos os pais de famílias grandes são testemunhas disso. Praticamente todo argumento contra famílias grandes é um argumento teórico. Quando aplicado a um caso particular, não tem sustentação. Pode haver algum argumento teórico para não se ter outro bebê, mas quando o bebê chega, é realmente Deus que supre para o décimo bem como para o primeiro, e o décimo é amado tanto quanto o primeiro, e acrescenta muita contribuição para a felicidade do lar. Dentro dos limites que Deus colocou na natureza, mais filhos significam mais provisão de Deus, mais felicidade”.


Além do mais, sustentou Rice, falando de modo geral “filhos criados numa família de apenas uma ou duas crianças são egoístas e indisciplinados”. “Crianças que vêm de famílias grandes têm mais senso de responsabilidade”, disse ele. “A mãe que tem seis filhos é quase compelida a fazer com que alguns deles sequem os pratos, alguns deles varram o chão, alguns deles vigiem o bebê”, escreveu Rice.


Zynaida Chernenko afirma que na sua família é desse jeito. USA Today a mostra dizendo que seus filhos mais velhos ajudam a fazer a comida e a limpar a casa, e colaboram também nas tarefas de cuidado das crianças menores. Tem de ser desse jeito. “Cada filho mais velho tem deveres e responsabilidades”, declarou ela. De acordo com Anatoly, de 17 anos: “Os irmãos não ficam brigando sobre tamanho de alimentos, canais de TV ou outros assuntos, pois seu pai lhes ensinou a importância de rejeitar o egoísmo a fim de sobreviver como uma família”.


Tais filhos estão obviamente obtendo uma forma de educação de caráter que as escolas jamais poderiam dar. Rice observou:


“Não é comum um filho único se tornar grande e famoso. Mas bem freqüentemente os homens de grande inteligência e excelente caráter e valor vêm de famílias grandes. John e Charles Wesley vieram de uma família de dezenove, cujos pais eram Samuel e Susannah Wesley. Observe o exemplo de Benjamin Franklin, que era o décimo quinto numa família de dezessete… Filhos que fazem o que querem, que nunca cedem aos outros, não se tornam bons cidadãos, não se tornam bons maridos e esposas, não se tornam tão bons cristãos quanto os que cresceram em famílias grandes. Lord Byron era um gênio, mas um homem muito infeliz e certamente não uma grande bênção para a humanidade. O fato de que ele foi criado sem a bênção de uma família grande não pôde impedir Lord Byron de ser um gênio, mas com certeza não o tornou digno da importância humanitária de abençoar a sociedade como John Wesley e Benjamin Franklin a abençoaram… O mimo excessivo, o pecado que arruína muitas crianças em famílias pequenas, se torna mais ou menos impossível em famílias grandes”.


Por último, Rice afirmou que a mentalidade contraceptiva acelerou as influências socialistas no governo. Quando uma sociedade adota a contracepção, há uma mudança: a ênfase passa da família para o governo. Em outras palavras, a previdência social toma o lugar dos filhos cuidando de seus pais na velhice, que é um mandamento bíblico (1 Timóteo 5:4). Os programas assistenciais do governo, não o apoio de famílias fortes e bondosas, passam a substituir nos momentos difíceis de necessidade.


Minha intenção não é sustentar que toda família deve ter tantos filhos quanto os Chernenkos. Há algumas exceções, em que contraceptivos não-abortivos ou o planejamento familiar natural poderiam ser justificados. Meu propósito, porém, é mostrar a que ponto já caímos. A prática comum de contracepção hoje, que durante toda a história humana se originou das fontes mais malignas, não está de modo algum de acordo com as práticas, ensinos e história do Cristianismo. A contracepção moderna criou uma cultura de morte que trata as crianças como doença, minou a família e o caráter nacional e, em parte, ajudou a produzir o Estado assistencialista. A mentalidade contraceptiva fez com que vejamos famílias como os Chernenkos como algo anormal, em vez de algo glorioso!


Os cristãos sem dúvida alguma precisam reavaliar muitas de suas convicções e atitudes modernas com relação à contracepção, principalmente à luz da necessidade de reganhar nossa nação para Cristo. Nesse espírito, sugiro uma citação final do livro de Rice:


“Por que é que os que são os verdadeiros cristãos não dão o primeiro passo para obedecer ao mandamento de Deus de se multiplicar e encher a terra com famílias grandes? Por que não criar filhos e filhas que possam fazer por Deus um impacto multiplicado no mundo? Uma família grande, onde os filhos são criados num lar cristão de acordo com os padrões bíblicos, é a contribuição mais importante que um lar pode fazer para a sociedade. Se Susannah Wesley tivesse um bilhão de dólares para gastar na assistência aos pobres e abandonados, no sustento de viúvas e crianças órfãs, em doações para grandes instituições acadêmicas, essa contribuição feita para o bem-estar da sociedade não poderia se comparar em momento algum com a contribuição que ela fez dando ao mundo John e Charles Wesley! Parece que os outros irmãos de Wesley também se tornaram homens e mulheres dignos. Mas se Susannah Wesley tivesse tido só dois filhos, eles não teriam sido John e Charles. Sem a família grande e o sistema de treinamento inaugurado por essa mãe dedicada a Deus em prol de sua família grande, John e Charles Wesley não teriam sido o que se tornaram: os líderes de um grande reavivamento evangélico”.


É verdade mesmo. No que se refere à família, o Dr. John R. Rice defendeu a posição cristã e a família Chernenko a prova: maior é melhor.


“Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a…” (Gênesis 1:28 RC)


“Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre, o seu galardão. Como flechas na mão do valente, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta”. (Salmos 127:3-5 RC)



Rev. Mark H. Creech é o diretor executivo da Liga de Ação Cristã da Carolina do Norte, Inc.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como um Homem de Deus deveria parecer... (por Kathy Gruben)


Pessoal, eu estou simplesmente amando as discussões no último post (Aproximações com o sexo oposto), e peço muito encarecidamente que os que ainda não opinaram não o deixem de fazer, esta é uma discussão importante e espero poder saber muito mais sobre o que vocês pensam.

Geralmente, quando temos um tema importante, que necessita de um debate um pouco mais aprofundado, o que torna a participação de vocês ainda mais fundamental, não gosto de postar um novo texto, prefiro deixar um tempo específico para esse fim, a fim de priorizar o tema. Era o que eu estava planejando fazer desta vez.

Porém, ainda há pouco, eu estava dando uma olhada no meu arquivo de textos do/para o blog, e revisando os textos que separei para publicar aqui e ainda não consegui fazê-lo. E encontrei este texto tão precioso.

É um texto originalmente em inglês e, à medida que eu o estava traduzindo, simplesmente me encantei e não posso deixar de publicá-lo a vocês. Interessante que já faz tanto tempo que salvei esse texto, com o objetivo de publicá-lo, mas ainda não tinha parado para traduzí-lo.

Então, vou postar a tradução pra vocês. No entanto, peço mesmo que vocês não deixem de participar do debate do post anterior, é um assunto importante.

E dedico este texto, então, para todas as Mulheres de Deus, as Princesas do Senhor, para que o Espírito Santo guarde cada um de seus sonhos e nunca deixe que seus ideais, seus sonhos e padrões sejam diminuídos, mas que vocês continuem sonhando, cada vez mais alto. Acreditem, nada do que nosso Senhor nos propõe ou promete é impossível, e é Ele quem está escrevendo nossas histórias, portanto, podemos esperar ansiosamente por elas (e pelos príncipes também!).

Também aos rapazes, todos quanto algum dia visitarem o blog. Que este texto possa inspirá-los e encorajá-los a serem verdadeiros príncipes, não simplesmente "porque existem princesas à espera de vocês", mas porque vocês foram criados e chamados para serem como o Príncipe e Cavalheiro Maior - Jesus Cristo! Porque vocês foram criados para serem os protetores de suas irmãs em Cristo e, um dia, para serem os fundadores e sacerdotes da maior e mais linda instituição planejada por Deus - a Família. Elevem seus padrões cada dia mais, cuidem de seus corações e mentes, recebam a Pureza de Deus, e tomem posse de suas identidades enquanto Cavalheiros e Poetas. O mundo tem precisado de homens assim!

Que o Senhor nos abençoe, guarde e proteja nossos sonhos e corações, e nos ajude a continuar andando na contramão e elevando nossos padrões.

Em Cristo.



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Eu usaria essas palavras para descrever este maravilhoso homem de virtude…


Nobre, cavalheiro, corajoso, divertido, verdadeiro, sábio, leal, apaixonado, protetor, gentil, humilde, forte, doador de si mesmo, aventureiro, paciente, amoroso, amável, servo, inteligente, educado, centrado na família, amante da verdade, mergulhado na Palavra de Deus, de oração e hospitaleiro.


Estes não são os tipos de rapazes que você sempre encontra à primeira vista em uma multidão. Mas estes são os tipos que você mais admira uma vez que os encontre. Eles são aqueles que vão até a pessoa sentada do lado de fora da igreja procurando ficar isolada, e lhe apertam as mãos com um sorriso. Eles são aqueles que você encontrará em casa ao invés de em um grupo de jovens. Você os verá sentados com seus pais ao invés de estar ensaiando notas no fundo da igreja com seus amigos. Você os achará ajudando na cozinha ou levando o lixo pra rua, caminhando com as senhoras até os seus carros e transportando sacos de fralda ainda que estes não os pertençam.


Você os verá com outros rapazes, em profundas discussões sobre teologia, cosmovisão, filosofia, política, e livros ao invés de simplesmente falar sobre os últimos jogos de futebol, jogos de computador ou garotas. Ainda que eles também possam conversar sobre estes assuntos quando necessário. :-) . Estes são os rapazes que andam do lado de fora da calçada para proteger a moça com quem possam estar, e estão sempre procurando por maneiras de cuidar dela como uma irmã. Quando procuram por uma companheira, eles querem aquela que está em casa (ou deseja estar) e fica com sua mãe e irmãos mais do que com seus amigos.


Eles amam um tempo bom, mas normalmente implicam em lutas de espada, último “Frisbee”, jogos de tabuleiro, caminhadas, toques de futebol, brigas com balão de água e filmes populares ao invés de times esportivos, danças no bar ou filmes com violência e sexo – quem se importa se eles já estão em seus 20 anos! Uma grande noite na cidade inclui levar seus irmãos à doceria, biblioteca ou para um mini-golfe. Eles são apaixonados pelas coisas de Deus e não abrem mão de suas convicções, não importa o que os outros possam dizer ou fazer. Eles não se importam que alguns possam vê-los como “caretas” ou estranhos por não namorarem ou passarem tanto tempo com suas famílias – eles se orgulham disso!


Você pode vê-los na rua às 6:30 da manhã se apressando para chegar à escola bíblica às 7:00h, ainda que ninguém esteja mandando-os ir. Você os encontrará no culto familiar, cantando e tocando o piano, ensinando a Palavra de Deus para sua família ou sentandos aos pés de seus pais. Eles escrevem maravilhosas cartas de encorajamento com todo o sentimento de seus corações quando é necessário e, ainda assim, podem não dizer muitas coisas a título pessoal para muitos. Eles guardam confidências. Você pode facilmente vê-los com uma multidão de crianças sobre eles enquanto ajudam a ensiná-las algo ou brincam com elas. Eles vão assistir um filme antigo e jogar cartas com seus pais e irmãos, mesmo quando prefeririam estar jogando “Stronghold Crusader” no seu laptop.


Ele abriria mão de sua própria vida por seu Salvador, seus ideais e sua família. Ele faz sorvete flutuante de todos os tipos – até mesmo estranhos “concoctions” – e leva chá pra sua mãe na cama. Ele faz bolos de aniversário para seus amigos com as receitas de sua irmã. Ele aprende a seguir uma receita e fazer coisas na panela de pressão porque quer pelo menos ser capaz de cuidar de sua esposa quando o bebê chegar. É provável que você o encontre embaixo de um carro, em cima do telhado, roçando um gramado, remendando a cerca, escrevendo um livro, trabalhando no turno da noite pra ajudar a família – em qualquer lugar que requeira trabalho árduo, iniciativa e energia – mas não para o seu próprio fim.


Eles são tão admirados e carinhosamente amados por seus familiares, pois são uma indispensável fonte de alegria e incentivo, força de caráter e servidão. Eles nunca são realmente independentes, pois têm de vir ao maravilhoso lugar da vida Cristã onde entendem que devem ser dependentes somente de Deus em Sua soberania, e as pessoas que Ele colocou em sua vida.


Portanto, ele é um verdadeiro homem. Um gigante. Um para procurar-se em altos lugares. Um herói. Um líder entre os seus iguais. Forte, estável, confiável e alguém em cujas capazes e amorosas mãos você poderia colocar a sua vida e as vidas de seus filhos – sem receios ou medos.


(Kathy Gruben 2006 - Just For Young Ladies)


domingo, 8 de novembro de 2009

Aproximações com o sexo oposto






Olá, pessoal!! Eis-me aqui para propor mais uma discussão acerca de nossas vidas enquanto jovens (e os não tão jovens também sintam-se à vontade caso estejam visitando o blog! :P) cristãos, neste mundo que tem nos ensinado tantos contra-valores.


Queria refletir um pouco com vocês e, na verdade, saber suas opiniões, já que eu mesma não sei muito bem o que pensar (com a exatidão que acho ser necessária), sobre aproximações entre moças e rapazes que não estão em um relacionamento de corte, noivado, casamento, ou que não sejam parentes próximos.


Bom, eu poderia, sem dúvida, abordar os níveis de relacionamento existentes entre pessoas de sexos opostos nas sociedades antigas, na época de Jesus ou, como todos sabem que gosto tanto, no século XIX ou passados. Acredito que todos temos um certo entendimento de que aproximações muito grandes entre moças e rapazes não eram muito prováveis nessas épocas. No geral, as moças se relacionavam com moças, e os rapazes se relacionavam com rapazes – era assim que funcionavam os círculos de amizade. Se, de forma especial, pensarmos nas moças, como já cheguei a comentar em posts anteriores, nessas sociedades antigas era nítida a barreira protetora que existia para com elas, geralmente uma proteção provinda de seus próprios pais, que zelavam e tinham cuidado bem próximo com cada relação social de suas filhas. Os pais protegiam suas filhas, evitando deixá-las sozinhas em público, bem como evitando muita aproximação com rapazes estranhos, a não ser quando o próprio jovem se mostrava interessado em um compromisso sério com a moça e o demonstrava aos pais (o que chamamos hoje de corte), pois, caso contrário, essa relação poderia “desonrar” a moça. Bem, mesmo quem não conhece muito sobre o século XIX ou anteriores, mas já assistiu algum filme ou leu algum livro, deve ter uma mínima imagem a esse respeito. As coisas funcionavam dessa forma na maioria das famílias. Principalmente com as moças, havia um cuidado muito grande, por essa questão clara de honra e pureza.


Bem, vejam só, honra e pureza têm sido dois dos principais assuntos que tanto temos abordado aqui no blog, não é mesmo? E eu realmente acredito que esses são valores que precisam ser restabelecidos em nossa sociedade “moderna”, especialmente enquanto mulher (pessoalmente posso garantir que seria excelente se houvesse mais cuidado com a honra e pureza das moças hoje em dia!). Então, eu preciso abordar esse assunto!


Pode parecer que os pontos discutidos estão se tornando “extremistas” demais, afinal, “questionar até mesmo a amizade entre uma moça e um rapaz?”. É, mas o que posso fazer se o SENHOR tem ME questionado sobre isso? Não tenho outra opção a não ser compartilhar com vocês, meus fiéis escudeiros, e tentar encontrar, junto com vocês, o caminho e as respostas do Senhor de nossas vidas para essa questão. Então, conto com vocês! :P


Trazendo o assunto um pouco mais para nossos tempos, me veio à mente uma realidade bem interessante que reflete um pouco a preocupação que, mesmo sem querer, temos (e devemos ter) quanto a esse aspecto.


A maioria das igrejas, hoje em dia, tem trabalhado na visão celular e de discipulado. Não sei por aí onde vocês moram, mas aqui pro norte do Brasil parece que o “MDA” (visão celular, visão dos 12 ou similares) virou uma febre, é muito raro ver uma igreja evangélica que não está nesta visão. E um dos focos dessa visão é o discipulado. Vocês devem saber o que é o discipulado, mas, caso haja alguma diferença entre as regiões onde moramos, tentando resumir o que entendo da realidade aqui de Macapá seria algo do tipo “uma relação ministerial, espiritual, em que uma pessoa compartilha sua vida (todos os aspectos dela) com outra pessoa que lhe é colocada como autoridade espiritual, a qual irá aconselhá-la à luz da Palavra, interceder por ela e exercer um papel de uma espécie de ‘tutor espiritual’ ou algo parecido” (bom, é mais ou menos assim que entendo! Se estiver errada, me corrijam!).


Certo, então, uma relação de discipulado é, de certa forma, uma relação intensa, já que você compartilha com uma pessoa, antes estranha, coisas de todas as áreas de sua vida, você abre seu coração para essa pessoa, e precisa confiar nela e estar aberta para seus conselhos. Geralmente, firmam-se fortes laços entre discípulo e discipulador. O discipulador tende a tornar-se uma pessoa de referência em sua vida (err.. pelo menos na teoria deveria ser assim né!).


Em função de todos esses laços emocionais que se firmam entre discípulo e discipulador, decorridos da exposição emocional de sua vida, experiências, sonhos, dificuldades, etc, é contra-indicado (quando não é proibido) o discipulado entre pessoas de sexos opostos (a menos que sejam casados e um queira discipular o outro, mas nunca vi isso acontecendo também!). Mulheres discipulam mulheres, homens discipulam homens. Esse é um cuidado exatamente para evitar que os indivíduos envolvidos “confundam as coisas” e passem a considerar a preocupação e cuidado de discipulado com uma motivação romântica.


Os líderes que trabalham com discipulado são bem enfáticos ao afirmar que discipulado não é o mesmo que amizade. Discipulado é uma relação a nível espiritual, uma relação de liderança espiritual, e isso precisa ficar bem claro. Muito bem. Se, em uma relação de nível espiritual, em que um exerce função de autoridade e líder espiritual sobre a vida do outro, o que caracterizaria esta como uma relação bem mais “técnica” (se é que podemos dizer assim) do que uma AMIZADE propriamente dita ( que caracteriza-se como um relacionamento pessoal e particular de confiança e envolvimento a nível intelectual e emocional com outra pessoa), existe a necessidade de se preocupar com este tipo de “confusão emocional”, em função do nível de compartilhamento, por que isso não se aplicaria também à amizade?


Se formos avaliar os dois tipos de relação (discipulado e amizade) de forma bem prática, bom, acaba não existindo muita diferença – no final das contas, o discipulador acaba se tornando um amigo de seu discípulo, e um amigo acaba mesmo se tornando uma espécie de discipulador (ainda que sem uma conotação de autoridade espiritual).


Então, eu pergunto: esse tipo de cuidado com a relação de discipulado (não acontecer entre pessoas de sexos opostos) faz sentido, é importante? (Pessoalmente, acho que faz todo o sentido e é bastante necessário!)


Se sim, isso não seria aplicável também à amizade entre moças e rapazes? (Bom, também acho que bastante necessário!)


Se sim, a que nível, então, isso se aplicaria? Que limites seriam esses que não deveriam ser ultrapassados na aproximação entre um rapaz e uma moça (sem intenções de corte)? O Rob (Cristão Pós-Moderno) vai falar: “Lá vem as regras!!!” hehehe... Na verdade, não estou atrás de regras, pois achar que regras possam nos justificar de nossos pecados é legalismo, mas realmente acredito que discutir esses limites possa ajudar bastante. Não no sentido de proibir ou liberar algo, afinal de contas quem nos convence de qualquer coisa não são homens mas o Espírito Santo. Mas acho que precisamos pensar sobre isso e compartilhar nossas idéias, a fim de chegarmos o mais próximo possível da Verdade que nos é proposta nas Escrituras. Se somos cristãos de verdade, “até que cheguemos à estatura do Varão Perfeito, conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor”, não é mesmo? Bem, eu ainda não cheguei na estatura do Varão Perfeito (Jesus), então ainda continuo querendo “conhecer e prosseguir em conhecer...”, se vocês puderem me ajudar seria excelente! =P


A pergunta é: até onde uma amizade entre pessoas de sexo oposto seria saudável, para que não se corra o risco (tudo bem, eu sei que isso dependerá de cada pessoa e que os riscos nós corremos sempre, ainda que sigamos as “regras”, caso nosso coração não esteja firmado e comprometido com o Senhor) de confundir a amizade com um envolvimento romântico? Que tipo de aproximação deveria acontecer apenas durante um relacionamento de corte?


Novamente, repito, não quero tratar de propostas legalistas, mas de uma reflexão crítica do estilo de vida que o Senhor espera que vivamos, em oposição ao estilo de vida que o mundo está nos ensinando, a partir do pressuposto que todos estamos buscando realmente obedecer ao Senhor e honrá-Lo de todo nosso coração, forças e entendimento! Esta é a minha disposição – saber onde posso estar errando, para que possa corrigir meus caminhos e mudar de forma a verdadeiramente honrar a Deus em TODAS AS COISAS!


Gostaria de ressaltar um aspecto importante sobre firmarmos um compromisso com nossos futuros cônjuges, enquanto Cristãos: o que o Senhor espera de nós, e nos propõe, não é que guardemos apenas nosso corpo (não fazendo sexo antes do casamento) para nossos cônjuges, mas também nossos pensamentos e emoções – nossa mente e nosso coração. Este é o problema de muitas amizades entre moças e rapazes – você não entrega seu corpo a essa pessoa, mas pode estar entregando suas emoções e seus pensamentos, comprometendo-os com alguém que não é seu cônjuge, entregando algo que deveria ser guardado para esta pessoa. Bem, de certo, meu futuro cônjuge não se agradaria muito das amizades que eu tinha com rapazes há algum tempo, antes de ter me comprometido realmente a esperar por ele – ainda que não houvesse nenhum envolvimento físico, havia o emocional e intelectual, e isso também deveria ter sido guardado para ele. Mas, atualmente, também preciso continuar avaliando as amizades que tenho com rapazes, pois quero verdadeiramente honrar meu esposo hoje, antes mesmo de conhecê-lo. Quero que “o coração do meu marido confie em mim” e quero “fazer-lhe bem e não mal todos os dias da minha vida”, segundo a descrição da Mulher Virtuosa de Provérbios 31.


Portanto, gostaria muito de saber suas opiniões.


Caso as meninas que moram nos EUA (Jocelyn, Amanda, Paulina) ou a Salomé (na África do Sul) queiram comentar a respeito, isso seria excelente, pois percebo que seus estilos de vida, quanto ao que se refere a amizades, são muito diferentes do nosso aqui no Brasil. Pelo que percebo, é muito difícil ver as meninas com grandes aproximações com rapazes, suas amizades são com outras moças de Deus, e acho isso muito interessante, o que parece fazer delas bem mais protegidas.


Para concluir, não estou defendendo que moças e rapazes não devam ter nenhum tipo de aproximação a não ser que seja de corte. Não! Absolutamente. Somos irmãos em Cristo, membros do mesmo Corpo, e creio que o Senhor intencionou que nos relacionássemos dessa forma. Tenho crescido tanto com o contato de tenho tido com servos de Deus, com os rapazes que visitam aqui o blog, e creio que esse tipo de aproximação, no Senhor, é algo bom e intencionado por Deus. Minha pergunta é apenas: até onde esse tipo de aproximação deve ir?


Então, vamos lá para uma (espero) calorosa discussão!! :D


Aguardo suas opiniões. (E não se preocupem em escrever demais! Sintam-se em casa!! Hehe)


Que o Espírito Santo guie nossos pensamentos e reflexões, levando todo pensamento cativo ao nosso Messias Yeshua, Jesus.


Shalom Adonai.






Seminário Veredas Antigas 2009.2.2 \o/


Esse fim de semana estive participando de mais um Seminário Veredas Antigas (Nível 1) aqui no estado. Contando com o seminário em que estive como participante mesmo (pela primeira vez), este é o 3º Veredas Antigas Nível 1 em que estou presente, e cada vez que estou participando é um grande presente de Deus! É incrível como as verdades faladas ali nunca “envelhecem”, nunca deixamos de precisar delas, e elas nunca voltam vazias. Isso é o que me faz amar esse ministério!




Esse encontro foi muito interessante, porque o Senhor nos surpreendeu profundamente. Pra começar, estavam participando apenas 2 casais (ou seja, QUATRO pessoas!), o que, a princípio, deixou a equipe um pouco desmotivada e frustrada. Mas, Deus nos ensinou, a mim particularmente, muitas coisas através disso. (Obs: um dos casais eram meus tios! xD)



Vivenciei e aprendi 3 coisas incríveis e muito especiais nesse seminário:



1) Como Deus está preocupado com cada um de Seus filhos de forma individual (enquanto o homem está preocupado com a multidão!), e como cuidar de uma única pessoa é tão precioso para Ele quanto cuidar de 20 ou 30 pessoas! Entender isso foi simplesmente maravilhoso! Olhar para a forma como o Senhor esteve tratando as vidas daquelas quatro pessoas durante esses dias foi tremendo! Todos os dias em que estive ali, meu coração transbordava de alegria e gratidão ao Senhor por perceber, ver, sentir Seu imenso amor por aquelas vidas, em detrimento de nossa preocupação baseada em vaidade e ego quanto a não termos alcançado MUITAS PESSOAS! Ah, como o coração do homem é enganoso. Mas glórias a Deus porque Ele nos livra de toda a ignorância! Até agora estou transbordando de alegria ao lembrar de todas as bênçãos que foram derramadas naquelas vidas (e olha que eu nem participei dos grupos pequenos, estive apenas na intercessão externa e apoio geral!).



A 2ª coisa foi exatamente sentir como é bom poder cuidar das pessoas! Puxa, como agradeço ao meu Deus por ter o privilégio de poder derramar um pouco de Seu amor nas vidas de Seus filhos queridos, a honra de poder cuidar um pouco de outras pessoas e levá-las a conhecer mais a nosso Senhor, recebendo dEle todas as bênçãos que nos estão propostas. Glória a Deus por Sua infinita graça e misericórdia!



E a 3ª coisa já comentei nas 2 primeiras, foi o sentimento que me marcou neste Veredas Antigas, o sentimento mais forte que vive nesses dias: GRATIDÃO! Eu não cansava de agradecer a Deus por seu infinito amor! Por desejar cuidar de uma forma tão profunda de Deus, por não desistir de nossas vidas, por nos trazer esperança e nos libertar da ignorância e do engano, por ter tantos caminhos de benção para nossas vidas, por ver a Sua transformação acontecendo nas vidas de seus filhos. Perdi a conta de quantas vezes chorei durante esse Veredas!! Hehe (tudo bem que isso não é tão difícil assim, mas esse seminário foi diferente dos outros! xD).



Bom, somente quero glorificar ao meu Senhor por este ministério em minha vida, e por ele estar alcançando também meus familiares.



Agora, é esperar o Avançado, em dezembro, e me preparar para ir pra Belém participar do meu 4º Nível 1, agora na Igreja Batista Missionária da Amazônia lá na cidade das palmeiras! Hehe... Eu realmente não me canso do Veredas!



Quem ainda não participou, não perca a oportunidade!



E o pessoal de Macapá/Santana (caso haja alguém que leia o blog – além da Priscila – valeu, Pri!!! ;** Amo você!! xD ) que quiser participar do Veredas, basta conversar com seu pastor e pedir autorização, marcar os dias e nós vamos lá fazer o seminário!!! ;P



Abraços a todos e muitas bênçãos do Senhor!



Shalom!





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A música que esteve em minha mente, lábios e coração nesses dias:




“Presença forte em mim, eu posso dizer: habitas aqui

Porque escravo eu fui e hoje eu sou mais livre aos seus pés

Sentido na vida, minha alma encontrou

Tua mão poderosa veio e me levantou

Agora eu posso declarar:

Hoje livre sou!





Tenho sede da Tua graça cada dia mais

Sou mais forte, vou mais longe quando aqui estás

Com palavras de amor, Te adoro, Senhor

Hoje livre sou!

Meu tesouro, minha herança, meu supremo bem

Nem tribulações nem dor podem nos separar

E jamais irão romper o que o amor selou

Hoje livre sou!”



(Ministério Adoração e Vida – Composição: Rodrigo Pires e Walmir Alencar)




terça-feira, 3 de novembro de 2009

Aniversário do Blog!!! xD




Pessoal, no dia 01 de Novembro o “Sonhando na Contramão” completou 1 ano de existência!!! xD



Infelizmente, tenho estado bastante sem tempo pra acessar nos últimos dias. Já há cerca de 1 mês estou me programando para comemorar com vocês o aniversário do blog, fazendo algumas alterações para marcar este novo ano no Sonhando na Contramão, o que inclui, principalmente, a mudança do template, pra dar uma nova roupagem ao blog! Porém, infelizmente, não consegui estar em casa no dia 01/11 e, quando voltei pra casa, nossa internet estava bloqueada, então só consegui vir fazê-lo hoje.


Infelizmente de novo, não poderei fazer todas as modificações que eu gostaria hoje. Meus widgets foram todos apagados em função da mudança de template, então vou precisar reorganizá-los todos, e isso levará um certo tempo, e minha irmã já está pedindo o modem pra usar a internet!! Hehe

Mas, o mais importante mesmo desta data é dizer a todos vocês que visitam, periodicamente ou não, o Sonhando na Contramão o quanto tem sido maravilhoso pra mim compartilhar com vocês tudo o que o Senhor Jesus tem feito em minha vida, através de Seu Espírito Santo!

Faz apenas um ano desde quando criei o blog, mas tantas coisas foram transformadas em meu coração e em minha vida que parece que são anos e anos e anos. Hoje, a amizade que tenho com alguns de vocês é tão especial em minha vida que parece que nos conhecemos “há séculos”! =P


Nunca imaginei que o Senhor poderia me abençoar tanto através deste blog! Nunca imaginei que conheceria Seguidores de Cristo e pessoas tão especiais quanto vocês! Nunca imaginei que poderia fazer parte dos Planos de Deus para a nossa geração, nosso país, desta forma, deixando o Senhor levar minhas palavras a tantos e tantos lugares!

Queria ter mais tempo pra escrever muito mais sobre o significado que tudo que já foi escrito, e tudo que ainda será, tem em minha vida. Mas, sem dúvida, teremos ainda muito tempo pra isso.

Agradeço com todo meu coração a cada Seguidor (Obrigada por confiarem neste blog e por aceitarem compartilhar comigo este prosseguir em conhecer ao Senhor!); a cada Visitante (espero poder ser instrumento de Deus para edificação em suas vidas, e sintam-se sempre totalmente à vontade para exporem suas opiniões, dúvidas, sugestões, etc); e aos meus Amigos Queridos que estão sempre por aqui, nos abençoando a todos (Leandro, Ágata, Rob, Doth, Anna, Jocelyn, Salomé, Dai, Tati, Rafaella) – vocês são benção em minha vida!

Vamos lá, rumo a mais um ano! Rumo a novas experiências e novos SONHOS! Afinal, ainda que na Contramão deste sistema em que vivemos, nossos Sonhos são nossos Tesouros!

Deus os abençoe!!!

Shalom!










terça-feira, 27 de outubro de 2009

Trabalho Doméstico - Uma Atribuição Divina (by Beleza Imperecível)




Excelente texto do blog "Beleza Impercível", da querida amiga e irmã em Cristo, Anna.


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A dica é um trecho do livro “Homem e Mulher”, diversos autores - Editora FIEL - autoria de Douglas Patterson.

O dicionário define a dona de casa como a “mulher que dirige e/ou administra o lar” (Aurélio). O trabalho doméstico é, de fato, uma carreira profissional; e, como qualquer carreira profissional, requer de uma mulher preparação árdua, dedicação plena e o máximo de sua criatividade. Tenho razões para crer que esta carreira é importante o suficiente para exigir treinamento e dedicação, disciplina e aprimoramento.

Dorothy Morrison escreveu:

“O trabalho doméstico não é um emprego para mulheres preguiçosas, sem imaginação e incapazes. Envolve tanto desafio e oportunidade, sucesso e fracasso, benefícios e incentivos quanto qualquer outra carreira profissional”.

Manter o lar é a atribuição de Deus para a esposa. Podemos acreditar que até trocar os lençóis e esfregar o chão façam parte desta atribuição. Em Tito 2:3-5, Paulo admoesta as mulheres mais velhas a ensinarem as mais jovens, entre outras coisas, a “amarem a seus maridos e a seus filhos, a serem… boas donas de casa” (no grego, literalmente, “trabalhadoras no lar”).

Em outra época, o lar já foi descrito como “um lugar separado, um jardim murado, em que certas virtudes, facilmente esmagadas pela vida moderna, poderiam ser preservadas”. A mãe neste lar foi descrita como “O Anjo na Casa”.

Poucas mulheres percebem o grande serviço que prestam à humanidade e ao reino de Cristo, quando se dedicam ao lar e cuidam bem de seus filhos. Na realidade, este é o fundamento sobre o qual tudo o mais se constrói. A atividade de uma mulher como mãe implica na edificação de algo muito mais magnífico do que qualquer catedral; pois, ao criar seus filhos, ela está construindo a habitação de suas almas imortais. Nenhuma carreira profissional combina, de forma singular, tarefas tão servis com oportunidades tão significativas.


(Disponível em:

http://belezaimperecivel.com/?p=837&cpage=1#comment-236 )

(Outro texto muito bom sobre este assunto: http://diariode1grandeamor.blogspot.com/2009/04/homens-x-mulheres-descobrindo-vontade.html )

Shalom!!!

Adoração É Vida...


Duas músicas muito lindas, do Ministério Adoração e Vida.
Halleluya!

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“Diante de Tua presença me encontro, Senhor
Deus infinito
O Teu olhar me acompanha e sabes quem sou
Ao enxergar Tua grandeza e minha pequenez
Eu reconheço
Que minha historia é nada sem o Teu amor
Por isso venho Te buscar
Porque eu preciso, meu Deus, em Teus braços estar
Morar em Teu coração e entregar-me a Ti inteiramente

Me abandonarei em Ti, Senhor
Em Ti repousarei
A Tua ternura me acolhe
Um refúgio seguro encontrei
O meu coração venho a Ti render
Toma meu ser, meu querer
Recebe, Senhor, minha vida
Como prova viva de amor
Em Teu altar, Senhor...”

(Em Teu Altar – Rodrigo Pires)

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“Te conhecia, Senhor, somente em palavras
Mas hoje meus olhos te viram
E em cada passo comigo estás

Agradável som será se o meu viver também te agradar
Um sacrifício de amor
Como tua glória na cruz encheu a terra, toda a terra
Adoração e vida te dou

Após de ti eu seguirei,
Junto a ti não temerei
Grandes vales e montanhas atravessarei
Derramarei as minhas lágrimas
Quantas vezes preciso for
Sofrerei as demoras de Deus aqui
O meu prêmio na terra é o Senhor!

De uma coisa eu estou certo,
Eu espero no Senhor
Que com Ele eu seja mais que vencedor!”

(Adoração e Vida – Walmir Alencar)